DESTRUIÇÃO: POR ORDEM DAS ONGS, O GARIMPO EM RONDÔNIA É ATACADO PELA IDEOLOGIA E PELOS INTERESSES INTERNACIONAIS

Artigo editado em: 07/02/2026

           No mercado, hoje, deixam de entrar na economia de Rondônia, equivalentes a 100 quilos de ouro que não é retirado. Isso  representa 740 milhões de reais. Só em impostos diretos, deixam de entrar para os cofres públicos nada menos do que 22 milhões de reais todos os meses.  É este o total de ouro que poderia ser retirado do rio Madeira legalmente, todos os meses, com a brutal e exagerada campanha contra os garimpeiros.  

          Mas tem mais: só uma empresa de Porto Velho, hoje, vende mais de dois milhões de litros de óleo diesel, faturando em torno de  6 reais e 11 centavos o litro, o que, totalizando cerca de 12 milhões e 220 mil reis. Isso, só em ICMS, nada menos do que 3 milhões e 250 mil reais . Isso em apenas uma empresa. Multiplique-se por várias outras e se terá um número estratosférico.

               Este é apenas um resumo do grandioso mundo dos garimpos no principal rio de Rondônia, rico em ouro e que o governo brasileiro, atendendo exigência das ONGs internacionais, que mandam e comandam o Ministério do Meio Ambiente, decidiu destruir, sob alegação de destruição ambiental, o que, na realidade, está muito distante da verdade.

               O argumento central, orientado pelas ONGs, com o aval da sua Rainha, a ministra Marina Silva, é que o uso do mercúrio estaria contaminando o rio. Qualquer simples estudioso do assunto ou alguém que já tenha acompanhado o trabalho de uma draga ou balsa, sabe que o mercúrio é reutilizado várias vezes dentro do local onde o ouro é separado e, há muitos anos, nenhuma gota é jogada no rio. Caríssimo, os garimpeiros o usam várias vezes, até que não haja mais resíduos.

            Só são aceitos, claro que por conveniência ideológica para atender interesses estrangeiros, os argumentos contrários ao garimpo, já que qualquer posicionamento que não seja este, é ignorado pelas autoridades. Outra questão: o garimpo no rio Madeira, de Santo Antônio até a divisa com o Amazonas está proibida por um decreto estadual ainda do governo de Osvaldo Piana, que governou entre 1991 e 1995. Ora, uma lei estadual pode ser derrubada por uma nova decisão estadual. Nada disso.

             Aqui em Rondônia, tanto lei aprovada na Assembleia Legislativa como o decreto do governador Marcos Rocha, autorizando a volta do garimpo, com os cuidados necessários, é contestada pelo Ministério Público Federal e derrubada na Justiça. Para proibir, vale o decreto governista. Para mudar, não vale. Dois pesos e duas medidas que atendem, sob medida, os grandes donos da Amazônia, as famigeradas ONGs e sua Rainha. Não é o garimpo que é criminoso! 

SÃO 15 MIL FAMÍLIAS QUE CORREM O RISCO DE NÃO TEREM COMO SOBREVIVER, PELA VIRULÊNCIA COM QUE SÃO ATACADAS

        Ainda sobre o tema: nesta semana, ao participar do programa Papo de Redação, com os Dinossauros da Parecis FM (Programa Papo de Redação, de segunda a sexta-feira, a partir do meio dia), a dra. Tânia Sena, líder dos garimpeiros há vários anos, relatou toda a situação dramática que vivem centenas e centenas de famílias que tiveram todos os seus bens destruídos, queimados e até explodidos, por ordem da sanha ideológica do governo do Brasil.

         Hoje, mais de 15 mil famílias correm o risco de não terem como sobreviver, porque não podem mais trabalhar. Muitas viviam em suas balsas ou dragas, que tinham como moradia. Perto de 60 mil pessoas terão que sobreviver só das esmolas do governo, enquanto nossa riqueza é levada embora por empresas estrangeiras e pelo contrabando. Ao mesmo tempo em que as forças policiais destroem dragas e balsas, os grandes interesses internacionais vão levando tudo o que temos de riquezas.

           Tânia Sena destacou, contudo, que “é importante dizer que a fiscalização é necessária. Ela ajuda as cooperativas e os que trabalham corretamente, Mas esta fiscalização precisa ser feita da forma correta, com respeito a quem trabalha duro para sobreviver e não da maneira agressiva como acontece atualmente”. Em resumo, disse o que seria correto. Mas há quem, guiado pelo fanatismo ideológico e prestando contas a grupos estrangeiros, vai ouvir este apelo de bom senso?

A MORTE DA PROFESSORA: UM CRIME COVARDE E CRUEL ESTREMECE O MUNDO UNIVERSITÁRIO DE RONDÔNIA

          Brutalidade. Crueldade. Total desprezo pela vida alheia. Pode-se usar estes e dezenas de outros argumentos para protestar contra a morte violenta de uma professora da Fimca, assassinada a facadas dentro da sala de aula, por um aluno desequilibrado. Toda a Rondônia entrou a noite da sexta-feira assustada, sem entender o que levaria um jovem estudante a destruir a vida de uma mulher trabalhadora, dedicada ao ensino, que lecionava para futuros advogados.

          Até a tarde do sábado, não havia ainda detalhes sobre como o crime ocorreu e por quais motivos. Uma das possibilidades aventadas é que o assassino, conhecido como João Júnior, teria ficado enraivecido por ter recebido uma nota muito baixa numa prova. Outra versão é que haveria um relacionamento amoroso entre os dois. Isso ainda não está confirmado , mas o será, com outros detalhes, durante a investigação.

           A professor Juliana Mattos Santiago era também escrivã de polícia. Tinha apenas 40 anos e uma longa vida de estudos, trabalho e dedicação à carreira também de professora. O crime abalou profundamente o mundo universitário, pela crueldade e frieza. Atacada com várias facadas pelo tresloucado criminoso, Juliana chegou a ser levada ao Hospital João Paulo II, onde morreu.

          “O sentimento é de tristeza profunda, choque e indignação”, escreveu o deputado federal Maurício Carvalho, um dos diretores da Fimca, sobre o episódio”.  E pediu ainda: “que a dor se transforme em Justiça”. Espera-se que o matador cruel tenha realmente, sobre sua cabeça, todo o peso da Justiça, embora se saiba que isso muitas vezes está longe de acontecer, no nosso país.

Em nome da instituição, o empresário e fundador da Fimca, Aparício Carvalho, também emitiu nota repudiando o ato e garantindo que providências estão sendo tomadas.

MARCOS ROCHA OFICIALIZA O RECAM, COM NEGOCIAÇÃO DE DÉBITOS E MULTAS AMBIENTAIS

             O refinanciamento de dívidas para com o Estado, regulamentado no Refaz, agora por lei aprovada neste semana passada na Assembleia Legislativa, tem um segundo e importante capítulo. O governador Marcos Rocha, num vídeo publicado em suas redes sociais, confirmou também a aprovação do projeto Recam, o Programa Estadual de Recuperação de Créditos Ambientais e Multas. Da mesma forma que o Refaz, que permite que as empresas revejam multas e débitos, numa renegociação com o governo, o novo sistema Recam traz os mesmos benefícios para o campo.

           Segundo Marcos Rocha, com o novo programa “os nossos produtores poderão reorganizar assuas finanças e assim poder produzir, poder conquistar o desenvolvimento. É um sonho antigo”, destacou. Para que a proposta se tornasse lei, o Governo encaminhou projeto à Assembleia Legislativa que, segundo Rocha, “rapidamente aprovou” e, em seguida foi sancionado pelo governador.

       “Você produtor, que precisa fazer sua regularização, este é o grande momento”, comemora Marcos Rocha. E orienta: “vá até o site do Governo, procure pelo Recam e assim trabalha para fazer seu recadastramento”.

         O titular da Agricultura, o secretário Luiz Paulo, comemorou a inovação, destacando que ela vai beneficiar um grande número de produtores rondonienses em todas às áreas. E destacou: “é mais um presente do governador Marcos Rocha à nossa gente do campo!”

GABINETE EM BRASÍLIA: EUMA TOURINHO COMEMORA VÁRIOS AVANÇOS EM BUSCA DE RECURSOS PARA A CAPITAL

          Os resultados já começam a surgir. A nova frente de busca de recursos federais pela Prefeitura de Porto Velho, o Gabinete de Articulação e Representação em Brasília, comandado por Euma Tourinho, começa a fechar acordos e firmar convênios que podem representar muito dinheiro federal a serem aplicados na Capital dos rondonienses.

          Entre os principais resultados, com chances concretas de ser finalizada, está a articulação com o BNDES, onde foram identificadas linhas de financiamento com juros a partir de 1,25 por cento ao ano, frente a taxas de até 6 por cento ao ano de outros agentes financeiros. A diferença representa economia significativa para projetos de infraestrutura urbana, além de saneamento, macrodrenagem e adaptação climática.

          Renegociações de convênios firmados em gestões anteriores, com juros entre 19 por cento e 26 por cento ao ano, ou seja, taxas muito altas, estão na mira de Euma Tourinho,  que está trabalhando para que estes percentuais de juros caiam drasticamente.

          Há, ainda, negociações no Ministério da Agricultura para renovação de contratos na ordem de 4 milhões de reais para compra de maquinário agrícola pela Prefeitura. A agenda do Gabinete comandado por Euma Tourinho, em Brasília, inclui ainda reuniões com a Unesco, “em busca de ampliar a cooperação técnica internacional voltada ao desenvolvimento urbano sustentável, modernização da gestão pública e fortalecimento da regulação”, destaca.

           A juíza aposentada, que recém assumiu a complexa missão em Brasília que lhe foi dada pelo prefeito Léo Moraes, anda comemorando os primeiros resultados do seu trabalho. E garante: vem muito mais por aí!

PAULO ANDRADE PODE SER NOME SUPRESA PARA A SUCESSÃO ESTADUAL EM RONDÔNIA

           Empresário de sucesso, empreendedor, uma história de vida dedicada a Rondônia, o dr. Paulo Andrade pode ser a surpresa na disputa do governo de Rondônia. O diretor da Faculdade Unopar tem sido procurado por vários partidos, nas últimas semanas, tentando convencê-lo a entrar na corrida pela sucessão de Marcos Rocha.

          Dedicado à vida empresarial, Paulo Andrade teve uma única atuação na política. Foi vereador em 1982, em Pimenta Bueno. Carioca de nascimento, ele é rondoniense de coração há décadas. Os convites têm vindos de várias frentes, incluindo o poderoso MDB, que procura um personagem com o perfil de Andrade parar liderar uma disputa ao Governo.

          Paulo Andrade chegou a Rondônia quando o Estado ainda engatinhava. Vindo de uma infância pobre no Rio Janeiro, fundou uma transportadora de combustíveis mais tarde se tornou conhecido em todo o Estado como distribuidor da Coca-Cola. Hoje, é o responsável pela grande estrutura da Unopar, uma entidade de ensino que é das mais respeitadas em todo o Estado.

          Até agora, procurado pelos partidos para entrar na corrida pelo Governo, Paulo Andrade ainda não decidiu se aceita ou não o desafio. As conversas dos bastidores continuam.     

AEROPORTO JORGE TEIXEIRA REGISTROU MAIS DE 630 MIL PASSAGEIROS. ADMINISTRADORA JURA QUE TAMBÉM HOUVE MAIS VOOS

          É milagre! Como um aeroporto que tem cada vez menos voos das grandes companhias aéreas ainda alcançou um crescimento de 28 por cento no número de passageiros, com 638 mil pessoas transportadas por via aérea, saindo e chegando? Pois foi o que aconteceu em Porto Velho, no aeroporto internacional Jorge Teixeira, que seria o máximo em tudo, não tivesse tão escasso número de voos à disposição dos usuários. Mas até nisso aconteceu uma surpresa. Segundo a empresa administradora do aeroporto, “o desempenho também se refletiu nas operações aéreas. Em 2025, o aeroporto contabilizou 4.527 voos comerciais, número 24 por cento superior ao registrado no ano anterior.

          “O resultado está associado à ampliação da malha aérea, com a retomada de voos regulares para Manaus e Cuiabá, ampliando as opções de conexão e fortalecendo a integração regional e nacional”, diz a Porto Velho Airport, administrado pela Concessionária do Aeroporto. São realmente números surpreendentes, já que a grita geral não só  pelos poucos voos nacionais disponíveis, como também pelo preço abusivos das passagens.         

          Embora neste relatório de 2025 se registre que tenha havido um grande aumento de voos regionais, no que tange à malha nacional, Rondônia ainda muito atrás, em número de aeronaves e de assentos disponíveis, da grande maioria dos aeroportos brasileiros. Contudo, não se pode negar que as condições do aeroporto Jorge Teixeira deram um salto, em termos de qualidade e atendimento aos passageiros. Os problemas são da pista de estacionamento, onde parcos aviões estacionam todos os dias.

SE NÃO CAIR NO STF, NOVA LEI DE OBRAS ESTRATÉGICAS PODE FINALMENTE AUTORIZAR O ASFALTO PARA TODA A BR 319

            Na insegurança jurídica que vivemos, em que mesmo leis aprovadas pelo Congresso são barradas no Supremo Tribunal Federal, com alegações constitucionais em  que “traduções legais” adaptam a Lei Maior às decisões dos ministros, não se tem certeza se a nova lei de licenciamento ambiental vai realmente valer. A nova legislação foi aprovada no Congresso e teve vários vetos do presidente Lula. Todos os vetos foram derrubados e, teoricamente, a nova legislação está valendo. Até que passe pelo STF…

           E o que isso tem a ver com Rondônia e a Amazônia? Simples. Caso não seja derribada no Supremo, a nova forma de liberação de obras na nossa região mudará completamente e pode significar, agora sim, que o reasfaltamento da BTR 319, que nos liga a Manaus, será finalmente realizado em todo os cerca de 890 quilômetros da Rodovia.

A partir de agora, com a nova lei, a Licença Ambiental Especial, pode autorizar obras de interesse público e estratégicos (como a 319) quando os estudos terão um prazo máximo de um ano para o parecer final. Não existirão mais decisões baseadas em pedidos das ONGs, que mandam e desmandam na Amazônia, através de petições do Ministério Público Federal, com apoio de parte do Judiciário, interrompendo os processos, mesmo depois de já dadas várias autorizações ambientais, como ocorre hoje.

Se quem manda mesmo no Brasil, o STF, não mudar a decisão emanada do Congresso Nacional, as chances de que, finalmente, não haja mais empecilhos para o asfalto na BR 319 são realmente grandes.

MAIS DE 49 MILHÕES DE BRASILEIROS ESQUECERAM 10 BILHÕES DE REAIS NOS BANCOS. RONDONIENSES TAMBÉM PODEM RESGATAR

          Anote este link: https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber. Através dele, você pode descobrir que tem muita grana retida nos bancos e que continua lá, esperando para que seu dono vá retirá-la. Segundo o Banco Central, os brasileiros “esqueceram” de pegar nada menos do que 10 bilhões e 25 milhões de reais a que tem direito, simplesmente por falta de informação. Os recursos são provenientes de contas encerradas, tarifas bancárias cobradas indevidamente, saldos residuais de consórcios, cooperativas de crédito e instituições financeiras liquidadas.

          Segundo o Banco Central, são mais de 49 milhões e  300 mil brasileiros aptos a resgatar valores no sistema. Certamente haverá também muitos rondonienses que, sem saber das decisões que envolvem os bancos, não sabem que há tanto dinheiro parado, mas que deveria estar nos seus bolsos. Um dos motivos que muita gente não vai atrás desta grana toda, é o medo de golpes. Mesmo com constantes avisos do Banco Central, o temor é que seja alguma !pegadinha”, dessas para arrancar dinheiro dos desprevenidos. O caso, contudo, nada tem a ver com golpe.

          Para os idosos, muitos dos quais têm dificuldades de acessar informações nos canais oficiais do governo e órgãos como o próprio Banco Central, o conselho é para que busquem apoio de familiares e pessoas de confiança, jamais estranhos, para que possa descobrir se têm algum valor a receber, de todos estes 10 bilhões, para que possam usufruir do que é seu e está parado dentro dos bancos.

PERGUNTINHA

              Na sua opinião, o fato de a Unir eventualmente não ter cumprido a contestada legislação de cotas, que está dominando vários setores da vida brasileira, em detrimento da meritocracia, deve mesmo pagar 61 milhões de reais por pseudos danos que o Ministério Público Federal quer que ela pague, através de uma ação contra a Universidade rondoniense?