Artigo editado em: 5 de abril de 2025
Pelo menos dois representantes de Rondônia no Congresso (o senador Marcos Rogério e o deputado federal Lúcio Mosquini) se insurgiram contra o Abril Vermelho, uma série de invasões de propriedades anunciadas pelos terroristas do MST e outros movimentos. Mesmo já havendo leis de proteção aos donos de fazendas e áreas produtivas, os invasores ignoram tudo isso e estão prometendo a volta do terror ao campo, ações que haviam sido contidas durante o governo Bolsonaro. Historicamente marcado por invasões o mês de abril, assusta produtores rurais em todo o país. A situação se torna ainda mais preocupante, segundo Marcos Rogério, porque o governo Lula colocou no orçamento nada menos do que 850 milhões de reais para o MST e outros movimentos assemelhados, alegando a destinação para a Reforma Agrária, embora este detalhamento jamais tenha sido feito e esclarecido. “Precisamos garantir que esses recursos sejam utilizados para o fortalecimento da agricultura familiar e não para estimular conflitos e invasões que comprometem a segurança e o direito à propriedade no campo”, analisou Marcos Rogério.
Já o deputado Mosquini também usou as redes sociais para alertar sobre o perigo do Abril Vermelho. Falou duro. “Não vamos aceitar esta onda de invasões”. E acrescentou: “não é porque temos um governo de esquerda no poder, agora, que nós vamos admitir este abuso. Muito pelo contrário. Nós temos que ter é o Abril Verde e Amarelo, de quem planta e cria”. Mosquini endureceu o discurso: “temos que acabar de vez com essa ideologia comunista de que você pode tomar terra dos outros. Ora, se você quer terra, procure o governo federal, porque lá tem um programa Crédito Fundiário, pra você comprar uma terra”. Lembrou: “invadir propriedade privada é crime”. Mostrando uma área de terras de onde gravou, Mosquini concluiu: “desta cerca pra dentro, é propriedade privada. Da cerca pra fora é sua”, deixou bem claro. Entre 2019 e 2021, durante o governo Bolsonaro, foram registradas apenas 24 invasões. Já no terceiro governo Lula, em apenas oito meses, o total de invasões superou todas dos quatro anos do governo anterior.
A aproximação do governo Lula com os sem terra, gera preocupação entre representantes do agronegócio e parlamentares ligados ao setor. Além das dificuldades enfrentadas por produtores, como a estiagem e enchentes em várias regiões, a possibilidade de novas invasões de terras, não só as improdutivas, intensifica o clima de insegurança. Os constantes ataques do atual governo ao agronegócio, também têm ajudado a colocar gasolina no fogo dos conflitos agrários. Em Rondônia as invasões têm sido contidas por ações do governo do Estado, via Polícia Militar e sua Patrulha Rural. Mas não se sabe o que acontecerá nas próximas três semanas, tanto por aqui como no restante do Brasil que produz.
LULA VEM EM MAIO PARA ASSINAR AUTORIZAÇÃO PARA INÍCIO DAS OBRAS DA PONTE BINACIONAL EM GUAJARÁ MIRIM
Há mais de 15 anos, o presidente Lula não vem a Rondônia. Sua última vinda foi para a uma visita às usinas hidrelétricas do Rio Madeira, num momento em que seu governo, à época, estava no auge. Agora, está prestes a retornar. Virá em maio a Mato Grosso, Rondônia e Acre. Aqui, numa agenda ainda dependendo de confirmação dos detalhes, virá assinar o documento que dará início às obras da ponte internacional sobre o rio Mamoré, nos ligando à Bolívia e cumprindo, finalmente, um compromisso que ultrapassou um século do Brasil com nossos vizinhos, desde a compra do Acre aos bolivianos. A confirmação da visita foi dada pelo rondoniense mais próximo do Presidente, seu amigo pessoal e fiel escudeiro, o senador Confúcio Moura. Caso se confirme, esta será apenas a terceira visita de Lula ao Estado como Presidente da República, já que esteve por aqui em outras ocasiões, quando ainda era apenas um novo expoente da política nacional.
A ponte binacional, cujo projeto original já foi modificado para atender pedido dos bolivianos, terá que passar ainda por nova licitação, já que a anterior foi cancelada pelos órgãos de fiscalização. Será uma obra gigantesca, com custo orçado inicialmente em 430 milhões de reais e deverá estar concluída num prazo de dois anos. A obra deveria ter sido construída até 1905, pelo Tratado assinado com a Bolívia, como pagamento da área do Acre, anexada ao Brasil. Só agora ela começará a se tornar realidade.
MARCOS ROCHA COME A SOPA PELAS BEIRADAS PARA COMANDAR O UNIÃO BRASIL NO ESTADO
Aqui não tem Control C, Control V. É um espaço de opinião. Portanto, lá vai: o governador Marcos Rocha está fazendo como ensinava, na política, o inesquecível Leonel Brizola: está comendo a sopa fervendo pelas beiradas. Aos poucos, se torna um personagem dos mais importantes no contexto do União Brasil e vai ocupando um espaço cada vez maior. Tem conversado muito com o comando nacional e com o presidente Antonio Rueda. A popularidade em alta e a coordenação política bem feita pelo próprio Rocha, o tem colocado como personagem da maior projeção para o partido. Nesta semana, os Rocha ocuparam mais um espaço importante: a secretária de Ação Social e primeira dama Luana Rocha foi escolhida para coordenar o projeto “O Coração da Amazônia”, um pacote regional de inovação em políticas públicas, lançado pelo União Brasil, como parte do programa Brasil 2044. O evento contou, não por coincidência, com a presença da coordenadora do projeto, Maria Emília de Rueda, que é irmã do presidente da legenda.
O casal Rocha é, hoje, a maior liderança política do partido. O Governador deve disputar uma vaga ao Senado e a primeira dama é nome fortíssimo para uma das oito vagas da Câmara Federal. O comando regional do União continua nas mãos do agora ex-secretário Chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, mas não se pode ignorar os passos dados pelo Governador e todos os que o apoiam, dentro da sigla, para que ela passe às mãos dele. Em breve, certamente, teremos mais informações sobre o assunto.
RAUPP DECIDE SE ENTRA NA CORRIDA ELEITORAL ATÉ O FIM DO MÊS. MARINHA NÃO QUER VOLTAR A CONCORRER
Ele ainda não decidiu, mas há sim, possibilidades concretas de que o ex-governador e ex-senador Valdir Raupp volte a disputar uma eleição. Em contato com este blogueiro, Raupp confirmou que ajuda está estudando todo o quadro e que até o final de abril, primeiro tomará a decisão se vai mesmo concorrer em 2-026 ou não vai. Se a decisão for positiva, outras duas terão que ser tomadas. A primeira, por qual partido ele optaria, já que tem vários convites, embora ainda esteja filiado ao MDB. A outra é a mais importante: qual o cargo que disputaria, caso decidisse entrar na batalha? Raupp tem ouvido insistentes pedidos de amigos e correligionários para que volta a concorrer ao Senado. Outro grupo tem sugerido a ele que, ao invés disso, dispute uma das oito vagas como deputado federal. “Nada ainda está definido”, disse um dos mais populares senadores da História de Rondônia, até hoje lembrado por sua vitoriosa passagem pelo Congresso Nacional, quando, é bom recordar, chegou à presidência nacional do MDB, então o maior partido político da época..
O que há estaria decidido, embora isso também possa mudar com os ventos da política, é que a ex-deputada federal Marinha Raupp seria apenas um cabo eleitoral de luxo do marido, mas que não disputaria nenhum cargo eletivo. Recentemente Marinha afirmou que quer mesmo é cuidar da família e dos netos e não concorrer novamente, mesmo sendo também lembrada até hoje como uma das mais atuantes parlamentares que as urnas já produziram em Rondônia. Ao seu tempo, Marinha chegou a atingir mais de 110 mil votos, um recorde até hoje não superado. No casal Raupp, o ex-governador e ex-senador é o que entraria na disputa, Vai anunciar em breve sua decisão.
CRISPIN VAI DEBATER ATUALIZAÇÃO DO ZONEAMENTO COM POPULAÇÃO DE SEIS CIDADES
Há necessidade urgente de se debater o Zoneamento Sócio-Econômico e Ecológico de Rondônia, até para atualizá-lo. Presidente da Comissão do Meio Ambiente da Assembleia, o sempre atuante deputado Ismael Crispin vai dar início a uma série de audiências públicas, para discutir todos os temas que envolvem o Zoneamento. Os debates estão agendados para pelo menos seis cidades rondonienses. As reuniões e as datas serão as seguintes: Cerejeiras no dia 10 de abril, às 19h, na Câmara Municipal; Alta Floresta do Oeste no dia 24, às 9h, na Câmara Municipal; São Miguel do Guaporé , já no dia 8 de maio, às 19h, na Câmara Municipal; Nova Mamoré, em 22 de maio, às 19h, na Câmara Municipal; Pimenta Bueno, em 12 de junho, às 19h, na Câmara Municipal e Machadinho do Oeste, dia 26 de junho, às 9h, igualmente na Câmara Municipal. Crispin pretende conduzir os debates nestes seis municípios estratégicos, “com o objetivo de ampliar a participação popular e garantir que o novo zoneamento reflita a realidade e os anseios da população rondoniense”, destaca.
As audiências públicas reunirão pequenos produtores rurais, técnicos agrícolas; lideranças comunitárias; representantes de associações rurais; povos tradicionais; órgãos ambientais; gestores públicos municipais; pesquisadores e especialistas em regularização fundiária. “Todos têm papel essencial na construção de um zoneamento justo e funcional”, diz o deputado.
ARQUITETO QUE GANHOU PRÊMIO PELA PASSARELA DO ESPAÇO ALTERNATIVO CONCORRE AGORA COM A RODOVIÁRIA
Há rondonienses se destacando em todas as suas áreas de atuação. Os exemplos são inúmeros. Um deles, por exemplo, que já ganhou um prêmio internacional e está prestes a concorrer para ganhar outro, nascido em Guajará Mirim, é daqueles personagens cujo talento profissional já ultrapassou, há muito tempo, as fronteiras desta terra de Rondon. O arquiteto Lorenzo Villar recebeu prêmio internacional na Bienal Panamericana de Quito, no Equador, como o melhor projeto de urbanismo da América. Na época, ele atuava no DER do Governo do Estado. Agora, fazendo parte da equipe da Prefeitura d Porto Velho, Lorenzo pode abocanhar outro prêmio internacional. É ele o autor do projeto da nova rodoviária da Capital, uma obra que mudou totalmente a cara da cidade, pela sua beleza e praticidade. A Rodoviária, entregue no final do governo de Hildon Chaves, ainda não está cem por cento concluída, faltando ainda pequenos detalhes. A conclusão foi interrompida pelo atual prefeito, Léo Moraes, atendendo orientação do Tribunal de Contas do Estado. Mas, para todos os porto-velhenses ou visitantes, é uma verdadeira obra de arte arquitetônica, a serviço da coletividade.
Graduado pela PUC de Goiás, Lorenzo Villar tem também Mestrado pela Unir de Rondônia e já foi secretário municipal de Obras Públicas em Guajará Mirim, entre 1997 e 2008. Obras que saíram de suas planilhas já foram construídas (além, é claro da Passarela e da Rodoviária), para empresas privadas e entidades públicas. É professor no curso de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Educação de Porto Velho desde 2016. E é, mais que tudo, um talento a mais entre os rondonienses da gema.
HILDON CONVOCA NOVA ELEIÇÃO NA AROM E INSINUA QUE, FICANDO NO CARGO, GOVERNO PODERIA RETALIAR OS MUNICÍPIOS
Hildon Chaves encontrou uma saída salomônica para não haver um racha na Associação dos Municípios de Rondônia. Eleito presidente da entidade quando Prefeito de Porto Velho (teve 97 por cento dos votos, à época) depois que deixou o comando da Prefeitura passou a sofrer oposição de um grupo que não aceitava que um ex, comandasse a entidade, mesmo que o estatuto não o proibisse. Uma dúzia de Prefeitos se uniu para exigir nova eleição, publicando inclusive a convocação no Diário Oficial. Para não criar uma cizânia que, certamente, poderia trazer muitos problemas neste ano pré-eleitoral, Hildon Chaves gravou um curto vídeo, publicado nas redes sociais, ele mesmo convocando nova eleição para a Arom. Aproveitou para dar uma pequena alfinetada no governo estadual, de quem era aliado até há pouco. “Em respeito às populações dos pequenos municípios, que poderiam ser prejudicados por eventuais retaliações do Governo do Estado, tomei a decisão de convocar novas eleições na Arom”, declarou.
Depois de afirmar que “sou desprovido de qualquer vaidade em relação a cargos”, Hildon já falou como candidato em 2026: “minha prioridade sempre será o bem estar das pessoas!”. Concluiu dizendo que “se minha presença no cargo representa qualquer risco à chegada de recursos essenciais para estes municípios, por coerência e compromisso com a população, é justo que os Prefeitos tenham a liberdade de escolher um novo Presidente para conduzir a nossa entidade”! Na conclusão, Hildon afirmou que sua luta pelo municipalismo forte e justo, continuará sempre”, reafirmando que “a política deve unir as pessoas, nunca servir aos interesses pessoais”. Não deu detalhes sobre o que chamou de “risco de retaliações do Governo”.
O VISIONÁRIO LUCIANO HANG E O EMPRESÁRIO DE SUCESSO TITO CORDEIRO AMPLIAM PARCERIAS TAMBÉM FORA DE RO
Foi um encontro de grandes amigos. O rondoniense Tito Cordeiro, da rede Federal Burger, hoje uma franquia em expansão em todo o país e até fora dele, visitou seu parceiro, incentivador e amigo de muito tempo, o empresário Luciano Hang, o Véio da Havan, dono de uma rede que caminha para as 180 filiais em todo o país. O bate-papo foi na Matriz da Havan em Brusque, Santa Catarina, que abriga, só ali, mais de mil funcionários. Numa conversa de mais de uma hora, Luciano e Tito combinaram novas parcerias em Rondônia. O Federal Burger quer ampliar sua presença nas lojas da Havan em Ariquemes, Boa Vista, em Roraima e Goiânia. A compra do terreno para a nova loja Havan em Ariquemes e projetos sociais, como o Troco Solidário, também estiveram no pacote da conversa, regada a maçãs e muito bom humor. O ex-governador e ex-senador Ivo Cassol participou também, mas por telefone. Política, futuro de Rondônia e outros temas fizeram parte do bate-papo.
A Havan tem hoje 176 lojas no país, cinco delas em Rondônia, duas em Porto Velho. Por enquanto, não existe planos para novas Havan, com exceção de Ariquemes, que está programada e depende apenas do terreno onde será construída. A rede Havan é um orgulho para o país, numa rede gigantesca, criada por um brasileiro visionário. Há quem não goste, por questões político/ideológias doentias. Aliás, até hoje a polícia rondoniense não descobriu quem foram os criminosos que, em 14 de dezembro de 2023, incendiaram a estátua símbolo da rede de lojas, na avenida Jorge Teixeira (BR 319). Um ano e três meses depois, os bandidos jamais foram encontrados. Nunca o serão?
LÉO ONIPRESENTE: NO BAIXO MADEIRA, NA GUERRA À SUJEIRA, NA LUTA PELO PAC. AGORA, A ENCHENTE É A GRANDE VILÃ
E o prefeito Léo Moraes, pego em meio a mais um risco iminente de enchente em sua cidade, onde já há dezenas de famílias flageladas, continua sua batalha em várias frentes, em busca de melhorias para sua cidade. E, Brasília, conseguiu incluir Porto Velho no pacote de obras do novo PAC, o que é de suma importância para o futuro da Capital. Por aqui, tenta ser onipresente. Esteve no baixo Madeira, levando água e mantimentos para as populações já atingidas pela cheia e ajudando a resgatar animais. Na cidade, gravou vídeo mostrando que aquele ponto (esquina das avenidas Rio Madeira com Rio de Janeiro) que se transformava em verdadeiro rio cada vez que havia uma chuva forte, não alaga mais. À noite, acompanhou equipe de limpeza, que luta, sob seu comando, para tirar entulhos e lixo que o porto-velhense teima em jogar em qualquer lugar. Nestes primeiros meses de Governo, Léo se mostra cheio de vitalidade, planos e, mais que tudo, tem sido um competente marqueteiro de sai e da sua administração.
Toda a prioridade, neste momento, é para amenizar os efeitos da cheia. A equipe do Palácio do Relógio comemorou o fato de que, mesmo com tanto chave, o nível do rio Madeira havia baixado seis centímetros na quinta-feira. Mas o volume de água que está chegando da Bolívia ainda é pesado e os riscos são imensos de que se tenham nova enchente histórica. Os esforços para ajudar quem mais está precisando agora, é prioridade total. Logo que acabe o inverno amazônico, contudo, Léo volta com tudo com obras e a guerra pela cidade limpa. Aguardemos, pois!
FINALMENTE OAB VAI AO STF PEDIR AMPLO DIREITO DE DEFESA PARA OS DENUNCIADOS NO 8 DE JANEIRO
“Até que enfim!” “Antes tarde do que nunca”! Essas foram algumas das frases comentadas por advogados, sobre, finalmente, a OAB nacional, através do presidente Beto Simonetti (é do Amazonas) ter apresentado protesto público sobre a forma como os réus do 8 de Janeiro têm sido tratados pelo STF, principalmente em relação à ausência do total direito de defesa. Simonetti levou ao ministro Alexandre de Moraes, um alerta formal: o inquérito que investiga um suposto plano de golpe de Estado pode estar violando garantias fundamentais dos acusados. Segundo a OAB, enquanto a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República têm acesso irrestrito às investigações, “as defesas continuam recebendo apenas trechos selecionados dos documentos”. Na prática, isso limitaria a capacidade dos advogados de analisar trocas de mensagens, arquivos e provas de forma integral. “A defesa estaria impedida de visualizar todas as trocas de mensagens e os arquivos documentados”, afirma Simonetti, cuja entidade que ele preside ficou praticamente dois anos assistindo uma série de irregularidades nos inquéritos, sem ter se manifestado. Até agora, não se tem notícia de alguma resposta do STF às exigências da OAB.
“A integridade do processo e a busca pela verdade dependem do respeito às prerrogativas da defesa”, afirmou o presidente da OAB, num encontro que teve, nesta semana, com o superministro Alexandre de Moraes. Os detalhes das informações sobre o tema, estão no link https://horabrasilia.com.br/2025/04/oab-cobra-moraes-por-acesso-integral-a-inquerito-do-8-de-janeiro-e-alerta-para-prejuizos-irreparaveis-as-defesas/.
PERGUNTINHA
Qual sua opinião sobre a inércia do Congresso Nacional e dos seguidos governos brasileiros, que não mudam as leis feitas para proteger bandidos, como no caso do assassino de um menino de 12 anos que saiu da cadeia pela porta da frente em Vilhena e de outro criminoso, este de Sâo Paulo, também assassino, que foi preso 60 vezes e todas elas libertado em poucas horas?