Artigo editado em: 24/10/2026
Agora não tem mais como esperar, postergar, empurrar com a barriga. É a Hora H. É o Dia D. A eleição deste domingo decide não só o que queremos para nosso país, mas também nossas vidas, as vidas das pessoas que amamos; o futuro do nosso Brasil.
São dois tipos de governos, completamente antagônicos, com projetos opostos e ideologias antônimas, que não deixam qualquer dúvida para o eleitor, na hora de fazer sua escolha.
De um lado, temos quem, nos últimos 24 anos, governou por praticamente duas décadas. Surpreende que o mesmo governante que quer um quarto mandato, apresente em seu plano de futuro, agora, basicamente, projetos que apresentou antes de assumir o poder pela primeira vez.
Fim da fome, transformação do Nordeste; educação de qualidade, programas sociais. Os há em profusão, mas nenhum têm porta de saída, ou seja, grande parte da população não sonha e nem tem futuro. Apenas sobrevive com dinheiro dos cofres públicos, tornando-a refém do Estado.
É o governo do populismo; dos 39 Ministérios; da gastança descontrolada de dinheiro público; da sucessão de escândalos de apaniguados e até amigos da Suprema Corte. É o governo do déficit anual de 1 trilhão e 300 bilhões. É o retrovisor e não os faróis do futuro.
De outro, embora ainda longe do ideal, ainda há a possibilidade de evitar que o país seja levado ao precipício. Com a valorização da iniciativa privada e do empreendedorismo; o fim das ONGs internacionais determinando o presente e o futuro da Amazônia; o nunca mais permitir que uma casa pobre seja queimada, para atender exigências ambientais internacionais.
Mas talvez a maior de todas as diferenças, esteja na segurança pública. A continuidade deste governo, significa apoio dos direitos dos bandidos e não de suas vítimas. Não o apoiar significa tornar facções e grupos criminosos como organizações terroristas, trancafiando chefões e seus seguidores.
Apoiar, significa que menores assassinos de 16 anos, que podem votar, sejam tratados como doentes sociais e não paguem por seus crimes. Manter este governo, significa aceitar que ladrão de celular, tem que ser compreendido, porque rouba apenas para tomar uma cervejinha.
Mudar significa o fim do domínio de uma ideologia nefasta sobre os estudantes, com muitos professores ensinando pouco sobre o que deveriam ensinar e muito sobre como ser indisciplinado, como não respeitar seus chefes, como ter a liberdade de agredir, atacar, ofender a quem não pensa do mesmo jeito.
Mudar é preciso, porque com a mudança temos uma chance, mesmo menor do que merecíamos, de termos algum futuro de liberdade e progresso. Manter é viver no passado, num sistema que não deu certo em lugar algum do mundo.
Você, eleitor, tem a poderosa arma do voto na mão. Se fizer a escolha errada, podemos dar adeus ao Brasil como sonhamos!



MARCOS ROGÉRIO CONFIRMA CONSTRUÇÃO DO HEURO PRÓXIMO AO HOSPITAL DE BASE E DO HOSPITAL INFANTIL
Enfim, Porto Velho vai sim ganhar seu hospital de Urgência e Emergência. Mas não na zona leste, como se projetou na atual administração estadual e não deu certo, A obra vai sair em dois terrenos, ao lado do Hospital de Base. Um deles pertence ao Estado; outro à Prefeitura.

A confirmação foi um dos temas abordados pelo governador eleito Marcos Rogério ao programa SIC News (SICTV/Rondônia, segunda à sexta, 20 horas). Naquele local vai se concentrar uma estrutura que inclui o próprio HB, o Hospital Infantil e, num futuro próximo, o novo Hospital de Emergência.
Um acordo com o prefeito Léo Moraes vai possibilitar o uso do terreno que é do Município. Os estudos já começaram e Rogério confirmou que já acertou emendas com parlamentares federais para tocar a obra. Uma delas, virá do néo senador Fernando Máximo.
Um Heuro já começou a ser construído no governo Confúcio Moura. A obra estava em seu início, quando uma operação policial criada a partir de uma falsa premissa de corrupção, acabou atrapalhando todo o projeto e o fazendo ficar apenas em uma base mal concluída.
O Hospital de Urgência e Emergência da Capital foi tema importante durante a campanha eleitoral, vencida no primeiro turno por Marcos Rogério. Na entrevista sobre planos para a saúde, ele falou a Everton Leoni e Náttaly Missias, responsáveis pela apresentação do programa, sobre o fim das filas; melhorias significativas na regulação e, ainda, sobre projetos para descentralizar a saúde.



GOVERNADOR ELEITO FALA EM DESTRAVAR O ESTADO E DIZ QUE SÓ TRATA DO SECRETARIADO DEPOIS DA ELEIÇÃO DESTE DOMINGO

Destravar o Estado. Menos burocracia, mais ação. Mais atendimento à população. Menos polícia ambiental e mais apoio aos produtores. Durante cerca de 50 minutos, o governador eleito Marcos Rogério falou sobre o que pretende fazer já no início do governo.
Lembrou que não há recursos nos cofres estaduais para obras importantes. Disse que a situação financeira é precária e que terá que trabalhar muito, junto com sua equipe, para pôr em prática avanços concretos. Falou sobre saúde, educação e, mais que tudo, sobre a segurança pública, um dos setores que mais assusta o rondoniense. “Vamos combater as facções”, foi uma das suas frases.
Fora do microfone, perguntado por este Blog, Marcos Rogério afirmou que por enquanto não está tratando do seu secretariado. Só o fará, fez questão de ressaltar, depois deste Domingo, com o final do segundo turno da eleição presidencial.
Na entrevista a Everton Leoni, falou também da importância para Rondônia da eleição de Flávio Bolsonaro, que, segundo ele, “além de um grande companheiro e amigo, gosta de Rondônia e nos ajudará muito”!
Ainda, a este Blog, elogiou muito o deputado federal Lúcio Mosquini, que, segundo ele, “está comandando a transição com mão de ferro” e disse que sabe do enorme desafio que terá pela frente.
O Marcos Rogério de agora não é mais o de 2022. Muito mais maduro, mais preparado, falando firme, mas sempre num tom que jamais soa como agressivo, o ainda jovem político, figura nacional por sua atuação no Senado em defesa do governo Jair Bolsonaro está pronto para o maior desafio da sua vida.
Que tenha sucesso!



NA EQUIPE QUE SERÁ ESCOLHIDA, JÁ HÁ NOMES QUENTES QUE CERTAMENTE ESTARÃO AO LADO DO GOVERNADOR ELEITO
Por falar em secretariado, as especulações pululam nos sites, através de jornalistas políticos, todos sempre à busca de novas informações e em comentários políticos. Todos os nomes citados, no geral, têm condições de fazerem parte do futuro governo. Mas, ao menos por enquanto, não se pode fazer afirmação certa sobre este ou aquele nome.

Há, contudo, algumas certezas. Uma delas é que o deputado Lúcio Mosquini, que comanda a transição, certamente será ouvido. Marcos Rogério tem elogiado muito seu companheiro do PL, o mais votado na última eleição (158.421 votos) e a parceria está a cada dia mais fortalecida.
Contudo, na relação dos 22 que compõem a equipe de transição, há um nome muito forte, que certamente terá um espaço especial no time principal de Marcos Rogério. Trata-se da jornalista Ludmila Lucas Tavares, que acompanha o governador eleito há longo tempo no Senado e que foi convocada para atuar na coordenação da comunicação na campanha em Rondônia, o que o fez com competência e talento.
Setores importantes como as áreas da Saúde, Educação, DER, Casa Civil e Sefin ainda estão sendo analisadas. Na Segurança Pública, o nome mais cotado continua sendo o do deputado e delegado Rodrigo Camargo.
Já nesta semana as movimentações sobre o secretariado começam a ocupar espaço maior na agenda do governador eleito. Ele ainda não decidiu se anunciará os nomes na medida em que forem escolhidos ou fará o anúncio da sua equipe toda numa só vez.



CARREATA ACOMPANHADA POR MILHARES DE BOLSONARISTAS, ENCERROU CAMPANHA PRÓ FLÁVIO EM PORTO VELHO
Os principais eventos do final de semana (afora, claro, o noticiário policial, sempre recheado de mortes e violência) envolveram a eleição presidencial, é claro. Neste sábado, em Porto Velho, uma grande carreata levou milhares de pessoas (pelo menos 30 mil) às ruas do centro da cidade, num encerramento de campanha como raramente se vê, com tal tamanho, na maior cidade rondoniense.
A campanha pró Flávio Bolsonaro levou um público imenso ao circuito da avenida Carlos Gomes e alguns, mais entusiasmados, compararam o público com o da Banda do Vai Quem Quer. Embora exagerada, a comparação tem razão de ser, porque há muitos anos não se via tanta gente no centro da Capital, a não ser na banda.

No carro de som, destacam-se as presenças do governador eleito Marcos Rogério (no sábado ele percorreu quatro cidades do interior fazendo carreatas e ainda veio para a Capital, à noite) e a futura primeira dama, Patrícia Rigotte; do senador Fernando Máximo; do deputado federal mais votado, Lúcio Mosquini e da coordenadora do evento em Porto Velho, a vereadora e agora deputada federal Sofia Andrade.
O segundo deputado federal maios votado, o Coronel Chrisóstomo, também participou da festa democrática. O senador Bruno Scheid não participou por estar em Brasília, na coordenação central da campanha de Flávio Bolsonaro, segundo sua assessoria.
Músicas de campanha, refrões antiPT; muita dança e muita festa foram a tônica da carreata, que durou várias horas.



MANGABEIRA UNGER, EX-SECRETÁRIO DE CONFÚCIO MOURA E ALDO REBELO TROCARAM LULA POR FLÁVIO BOLSONARO
Dois ex-ministros de Lula e um deles também de Dilma Roussef, mudaram de lado. Ambos são bastante conhecidos dos rondonienses. Um era quase óbvio: Aldo Rebelo já há longo tempo se tornou um duro crítico do atual governo e de suas políticas ambientalistas exageradas. O outro, Mangabeira Unger, foi uma surpresa. A dupla apareceu em fotos e vídeos ao lado de Flávio Bolsonaro, oficializando seu apoio.

Mangabeira Unger ficou conhecido no Estado durante o primeiro mandato de Confúcio Moura no governo de Rondônia. Professor de Harvard e duas vezes ministro de Assuntos Estratégicos de Lula, em 2011 foi convidado por Confúcio, que o considera uma espécie de guru, para ajudar no planejamento do futuro do Estado. Não durou muito, mas levou a contratação para a mídia nacional. Mangabeira tem 79 anos e é reconhecido como um dos maiores filósofos do país. Largou Lula e o trocou por Flávio Bolsonaro.
Aldo Rebelo ocupou diferentes ministérios nos governos Lula e Dilma. Foi também presidente da Câmara Federal. Profundo conhecedor da Amazônia, ele esteve várias vezes em Porto Velho. Tornou-se um crítico voraz das pautas ambientalistas; das ONGs que nos dominam e, principalmente, Marina Silva.
Os dois romperam com o passado esquerdista. Mangabeira Unger, que vive nos Estados Unidos, veio especialmente ao Brasil para o encontro em que oficializou seu apoio a Flávio.
Aldo mais, Mangabeira menos, mas ambos são citados nos bastidores como possíveis integrantes do novo governo, caso Bolsonaro seja eleito.



MINORIA DE BISPOS CATÓLICOS ASSINA CARTA CONTRA FLÁVIO BOLSONARO E IGNORA A CORRUPÇÃO E AS INJUSTIÇAS
A Igreja Católica, embora com cada vez menos membros, continua sendo a maior opção dos brasileiros, quando se trata de religião. Uma parte importante dela, a CNBB, comandada por bispos de tendência socialista, se mobilizou para assinar uma carta contra a candidatura de Flávio Bolsonaro, usando a catilinária esquerdista. Desta vez, contudo, deram-se mal.

Dos 448 bispos brasileiros (são 316 ativos e 172 eméritos) apenas 44, até a manhã da sexta-feira, tinham aderido ao documento esquerdista. Ou seja, perto de apenas 10 por cento dos ativos e muito poucos entre os eméritos. A Teologia da Libertação defendida por estes bispos (teve força muito especial através de Leonardo Boff, que a introduziu no Brasil no início dos anos 70) já não tem nem perto da influência que teve sobre os católicos, até recentemente.
Tentando influenciar o eleitorado que segue o catolicismo, a poucos dias da eleição, a carta dos bispos socialistas diz, entre outras coisas, sem citar o nome de Flávio, que “a candidatura dele ameaça à democracia, à soberania nacional e contra a prática do bem comum”.
Na carta, os poucos bispos que a assinaram, ao menos até dois dias antes da eleição, repetem temas da esquerda, afirmam que o opositor a Lula (sem novamente citar o nome dele) “é quem sempre foi contra a escala 6×1” (pauta esquerdista, adotada por outros partidos para não perderem votos); “que promete submissão do Brasil aos Estados Unidos e que quer a liberação das armas”.
Nenhuma palavra de combate à corrupção; às injustiças praticadas inclusive contra muitos católicos, presos no 8 de janeiro e muito menos nos escândalos do governo que eles defendem.
O novo bispo de Guajará-Mirim, Dom Leandro Machado Silvestre, nomeado pelo Papa Leão XIV nesta semana, felizmente não está entre os que assinaram a carta da esquerda católica, até a manhã deste domingo..



PARQUE CIRCUITO REABERTO COM MUITAS MELHORIAS E UMA FONTE QUE TROCA CORES. COM 47 JATOS D´ÁGUA
A última vez que o Parque Circuito virou notícia foi no passado, quando uma onça foi fotografada perto da cerca, mas jamais foi vista. Agora, contudo, a notícia é bem outra, muito melhor para a população. Neste sábado, foi entregue à cidade a primeira parte da reforma do Parque, o que representa uma importante mudança na sua estrutura.

Toda a área, enorme, bem pertinho do início da pista do aeroporto internacional Jorge Teixeira, passou por obras de recuperação para oferecer melhores condições de lazer, convivência e diversão à população.
Entre as novidades, ganha destaque a primeira fonte interativa de Rondônia, composta por 47 jatos de água, que promete se tornar uma das principais atrações do Parque. O projeto também contempla intervenções na área infantil, com melhorias nos brinquedos, no piso e na estrutura do playground, oferecendo um ambiente mais agradável e adequado para as crianças.
Outras melhorias estão programadas para o local, reaberto à população neste sábado, depois das obras da fase inicial das obras. Outras melhorias estão programadas para breve.
O prefeito Léo Moraes destacou as mudanças que a Capital vem sentindo, com várias áreas de lazer sendo entregues ou melhoradas. “Estamos trabalhando para devolver à população espaços públicos mais acolhedores, seguros e preparados para as famílias. Queremos que as pessoas aproveitem o Parque Circuito, cuidem do meio ambiente e compreendam que preservar a natureza e respeitar os animais também faz parte de uma cidade melhor para todos”.



NOS ESTADOS UNIDOS E AQUI: DECISÃO MANTÉM MULHERES TRANS FORA DAS DISPUTAS DE COMPETIÇÕES FEMININAS
É um homem nascido homem. Mas é uma mulher por opção sexual. Tem todo o direito de ser o que quiser. Mas é justo alguém que nasceu com o sexo masculino e, portanto, tem muito mais força, salta melhor e pode ter muitas vantagens sobre as mulheres, pratique um esporte feminino?

A questão aumentou o debate com casos recentes ocorridos nos Estados Unidos e no Brasil. Na Terra do Tio Sam, a famosa jogadora Sophie Cunningham avisou que não joga mais basquete contra mulheres trans, se tornando uma das figuras mais populares do esporte do seu país. Lá, as leis esportivas passaram a proibir esta prática.
O caso brasileiro é muito semelhante, embora o esporte seja o Vôlei. Nascida Rodrigo Pereira Abreu, Tifanny mudou de nome, de sexo e passou a disputar campeonatos regionais e nacionais. O faz desde 2017. Os protestos demoraram, mais vieram. Agora, ela foi proibida de jogar em competições oficias. Uma liminar a mantinha jogando entre as mulheres.
Tudo mudou, contudo. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu manter a decisão da Confederação Brasileira de Vôlei, derrubando a liminar e a partir de agora impede a participação de Tifanny Abreu na Superliga nesta temporada. Embora as entidades nacionais não sejam obrigadas a seguir os parâmetros do COI em suas competições, a confederação brasileira decidiu “atuar em conformidade com as diretrizes técnicas do Movimento Olímpico”, como argumentou ao divulgar as novas diretrizes.
“É uma luta diária contra a extrema direita”, protesta o jogador/jogadora, ignorando que tem força masculina, mas quer competir com mulheres muito menos fortes do que ela.



PERGUNTINHA

Como você imagina que vai ser sua noite de domingo e a madrugada da segunda-feira: alegre, festiva, cheia de comemorações com a família e os amigos ou triste, cinzenta, recheada de lágrimas de dor, com cheiro de tragédia nacional?


