Artigo editado em: 21/03/2026
De um lado da fronteira, ignorância, leis que só protegem os grandes interesses internacionais, guerra aberta com o uso de forças policiais, incluindo a Polícia Federal, contra famílias de pequenos garimpeiros. Bombas, armas pesadas, helicópteros e policiais treinados contra pessoas simples, desarmadas, apavoradas. Este é o cenário do lado brasileiro da fronteira, com a política de destruição do atual governo.
O outro lado do rio Guaporé é totalmente diferente. Quem sai do Forte Príncipe da Beira e passa para o território da Bolívia, vê oficinas onde estão sendo construídas dragas e balsas, exatamente para incentivar o garimpo de ouro, que nossos vizinhos também possuem, embora não tanto quanto o temos
Financiada pelo governo boliviano, empresas, inclusive estrangeiras, estão fabricando dragas e balsas para a garimpagem nos rios próximos, enquanto no Brasil, para atender a pressão das ONGs internacionais e os interesses estrangeiros que elas defendem e em nome do ambientalismo que impede que qualquer negócio floresça na Amazônia, nosso governo, enquanto o governo brasileiro usa métodos do ecoterrorismo para incendiar propriedades dos garimpeiros.
Estamos impedindo que os brasileiros desta região progridam, usufruindo do que é deles, ou seja, as riquezas minerais que abundam e que poderiam ter nos tornado um país rico e uma Amazônia desenvolvida, com uma convivência harmônica entre crescimento e preservação.
Um dos maiores defensores da Amazônia, o ex-ministro e hoje candidato à Presidência da República, Aldo Rebelo, já denuncia há muito tempo que nossa região se tornou “um Estado paralelo das ONGs internacionais” e que “o crime organizado é o segundo Estado paralelo, embora o mais dominador seja o das ONGs, porque são elas que governam a Amazônia de fato”!
Há alguém que conteste esta afirmação e que não seja defensor de teorias absurdas e superadas, que o Brasil ainda abraça? E as nossas forças policiais, que deveriam estar em peso atacando o crime organizado, as facções e o tráfico de drogas, que dominam a região, ao invés de guerrearem contra famílias simples e pobres, inclusive destruindo e queimando a casa delas?
Espera-se que este reino do terror contra quem quer apenas sobreviver acabe logo. E que o Brasil volte a ser uma verdadeira democracia, onde quem trabalha e produz seja valorizado. O pesadelo, felizmente, parece que está perto do fim!


MAIORIA DOS PRINCIPAIS ASSESSORES DE MARCOS ROCHA NÃO DEIXARÁ CARGOS PARA DISPUTAR A ELEIÇÃO
No Palácio do Governo, faltando 12 dias para o Dia D, ou seja, quem concorrer em outubro, terá que se desincompatibilizar, deixando seus cargos no Executivo, não se sabe ainda exatamente quantos dos atuais principais assessores deixarão seus postos. Do primeiro escalão, sabe-se que o chefe da Casa Civil e presidente regional do PRD, Elias Rezende, não deixará seu posto. Nem outro entre os aliados mais fiéis a Marcos Rocha, seu secretário da Agricultura, Luiz Paulo.

Obviamente que os novos secretários recém empossados, Franco Ono, das Finanças e Massud Badra Neto ficarão até o final do atual mandato. O ex-titular da saúde, Coronel Jefferson, que deve disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, já deixou o posto e, portanto, está livre para concorrer, substituído que foi pelo médico Edilton Oliveira.
Lauro Fernandes, da Secretaria De Desenvolvimento Econômico, é outro que pode deixar seu posto, também de olho na Assembleia, embora ainda esteja conversando com o Governador sobre se sai ou não. Já Jaqueline Cassol, assessora especial da Casa Civil, sim, deixa o cargo até 4 de abril e vai disputar uma cadeira à Câmara Federal, com apoio de todo o grupo palaciano.
Pelo que se ouviu nos corredores da política, onde as informações correm soltas, serão poucos os que deixarão seus cargos executivos para concorrer. A maioria do grupo de primeiro escalão ficará onde está, até a passagem do atual governo ao sucessor de Rocha.
Pelo país, vários governadores e secretários também deixarão seus postos. As mudanças já começaram no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul e devem continuar nos próximos dias.


PODEMOS AINDA NÃO SE DEFINIU ENTRE FLORI E CAMARGO, MAS QUER PROTAGONISMO NA ELEIÇÃO DESTE ANO
Como está a situação do prefeito de Vilhena, o Delegado Flori, depois de que sua vaga para disputar o Governo, antes garantida no Podemos, já não está mais tão certa? Desde que outro delegado, o deputado estadual Rodrigo Camargo surgiu no jogo, apresentando-se como candidato e querendo ser o nome do Podemos, a situação começou a mudar. A decisão final será do diretório estadual mas, principalmente, do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, o principal líder do partido.

Houve publicações em que se afirmava que o prefeito Flori teria desistido de vez da sua candidatura. Nada confirmado. A seu amigo, o conhecido professor e jornalista Herbert Lins, Flori avisou que só anunciará sua decisão definitiva no dia 3 de abril, portanto daqui a onze dias. Questionado por este Blog sobre o assunto, o Prefeito disse que faria uma declaração, mas depois desistiu. Portanto, fica valendo o que ele afirmou a Lins, que, aliás, já publicou a informação em sua coluna política diária.
Enquanto isso, Rodrigo Camargo se anima com suas andanças pelo Estado, onde se posta como grande opositor ao atual governo e como bolsonarista de primeira hora. Em suas entrevistas, não tem poupado críticas à administração estadual e aos políticos em geral, se colocando como uma novidade diferente neste contexto. Por enquanto no Republicanos, Camargo tem apenas alguns dias para decidir trocar de partido. Ainda não oficializou seu ingresso no Podemos, mas as conversações com Léo Moraes continuam.
Léo quer ter, como líder político e por seu partido, protagonismo na eleição estadual deste ano. Quer um nome viável ao Governo e a formação de uma nominata viável, em busca de cadeiras tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa. Ainda não definiu quem apoiará ao Senado, o que deve acontecer em breve, tão logo todas as candidaturas estejam postadas. O Podemos quer mais espaço em Rondônia e Léo já pensa muito mais à frente. Lá por 2030!


PRIMEIRA CHAPA FECHADA AO GOVERNO APRESSA ACORDOS PARA O SENADO E PARA NOMINATAS À CÂMARA FEDERAL

É claro que o lançamento da dobradinha Hildon Chaves/Cirone Deiró mexeu com a sucessão estadual. E não mexeu pouco. Serviu inclusive para que seus adversários começassem a também começarem a buscar soluções mais rápidas, inclusive para a formação das nominatas tanto à Câmara Federal quanto à Assembleia Legislativa. O marasmo que estava envolvendo algumas lideranças começou a tomar novos rumos.
E sobre o Senado? O grupo palaciano já havia decidido apoiar a deputada federal Sílvia Cristina. Acontece que ela é do PP, que tem federação com o União Brasil, agora com Hildon Chaves ao governo. E o candidato de Marcos Rocha e sua turma é o prefeito de Cacoal, do PSD. Agora, adversário de Hildon. E há, ainda, o hoje maior adversário do Palácio Rio Madeira/CPA, Marcos Rogério. E agora, qual a solução neste complexo emaranhado de nomes, postulantes, aliados e adversários?
Que ninguém se surpreenda se o Palácio lançar um nome novo, até agora jamais participante de eleições.
Para a Câmara Federal, quem o União Brasil tem, afora Maurício Carvalho? Já o PSD terá Jaqueline Cassol, com grande apoio palaciano e poderá ter Jesualdo Pires. Mas Jesualdo é apoiador de Sílvia Cristina. Caso ela perca o apoio e o espaço (o que é bem provável) o ex-prefeito de Ji-Paraná manterá o pré-acordo feito com o grupo governista?
E o PL de Marcos Rogério, com quem contará para buscar as vagas na Câmara? O nome mais quente do partido é o deputado federal de três mandatos, Lúcio Mosquini. As tratativas estão andando, mas até agora, de oficial, há apenas outro nome: o do atual deputado estadual Ezequiel Neiva, que também recém aderiu ao partido.
Claro que é muito cedo e muito mais nomes vão aparecer. Mas desde que se soube que Hildon e Deiró estão liderando uma chapa forte ao Governo, as coisas começarão a ser definidas mais rapidamente, porque ninguém quer perder tempo e muito menos nomes quentes da nossa política.


VICE DE FÚRIA RECEBE HILDON E DEIRÓ COM ENTUSIASMO E DIZ QUE É LIVRE PARA DECIDIR QUEM VAI APOIAR AO GOVERNO
A grande surpresa do início da caminhada de Hildon Chaves e Cirone Deiró aconteceu exatamente na cidade de um dos seus principais adversários ao Governo, o prefeito Adailton Fúria. A dupla foi recebida com entusiasmo exatamente pelo vice-prefeito de Fúria, o advogado e jornalista Tony Pablo, que aliás, assumirá o comando da Prefeitura nos próximos dias, tão logo seu parceiro deixe o cargo, para entrar na corrida pelo Palácio Rio Madeira.

Um vídeo em que tanto Hildon quanto Deiró agradecem a receptividade de Pablo e Pablo, com alegria, saúda seus convidados, teve milhares de visualizações nas redes sociais, até porque ficou parecendo que o jovem político que assume Cacoal no início de julho, estaria fechando acordo com os dois adversários de Fúria.
O assunto dominou os meios políticos no final de semana. Tony Pablo chegou a emitir uma nota, deixando claro que não tem compromisso com seu parceiro de administração, Adailton Fúria e que se sente totalmente livre para decidir a quem apoiar na corrida ao governo deste ano.
O prefeito Fúria, em conversa com amigos e com jornalistas, não demonstrou, ao menos por enquanto, grande preocupação em relação ao encontro do seu vice com os adversários de outubro. Tony Pablo assume o comando da Prefeitura que é considerada uma das melhores cidades do Estado e, para surpresa geral, deixou subentendido que não tem compromisso algum para apoiar seu amigo de longa data e parceiro da política.
Pelo vídeo, ficou a suspeita óbvia de que ele pode optar por ficar ao lado de Hildon e Deiró (seu amigo que é também de Cacoal) e não do seu parceiro de governo municipal. O caso, claro, ainda vai render muita conversa, pelo inusitado. Como ficará, a partir de agora, a relação entre o Prefeito de Cacoal e seu vice? Em breve se saberá.


MARIANA ESTÁ DE VOLTA À DISPUTA PELO SENADO. ELA QUER UMA DAS DUAS VAGAS A QUE RONDÔNIA TEM DIREITO
Aí vem Mariana Carvalho! Uma grande mulher, uma liderança incontestável e, quando deputada federal, alguém que mais trouxe recursos para Porto Velho e dezenas de cidades rondonienses. Mariana é daqueles personagens que tornam a política menos dura do que ela é. Agora, no andamento das negociações políticas, Mariana surge como uma candidata ao Senado novamente.

Hoje no Republicanos, caso seu partido se alie ao grupo do irmão dela, Maurício Carvalho e agora do candidato ao Governo, Hildon Chaves, Mariana ainda pode voltar à sigla do União Brasil, onde chegou a fazer parte num momento de aliança com o governo Marcos Rocha. Pelo partido ela disputou a eleição municipal em Porto Velho, quando perdeu no segundo turno para Léo Moraes.
Mariana teve dois mandatos como deputada federal, com grande destaque e priorizando ações para toda a Rondônia. Assumiu pela primeira vez em 2015 e se manteve no cargo até 1º de fevereiro de 2023. Para se ter ideia do quanto ela tinha popularidade, foi eleita pela primeira vez com 60.324 e reeleita para novo mandato com perto de 20 mil votos.
Ainda não há muitos detalhes sobre quando o nome de Mariana Carvalho será oficializado para, mais uma vez, oferecer uma candidatura ao Senado. Na sua primeira tentativa, ela ficou em segundo lugar, com 263.559 votos, perdendo a única vaga para Jaime Bagattoli, que teve 293.488 votos, numa virada surpreendente, conseguida na reta final da campanha.
Mariana está de volta às urnas. Contando com o seu fiel eleitorado, para ocupar uma das duas vagas a que Rondônia tem direito, na eleição de outubro.


A META É DESAFIADORA: DIREITA E CONSERVADORES CONSEGUIRÃO ELEGER A GRANDE MAIORIA DE SENADORES?

Há quem defenda que a disputa pelo Senado, neste ano, será mais importante do que a de Governadores. A teoria é explicada pelo poder dos senadores em votar pelo impeachment de ministros do STF, que, segundo a grande maioria dos apoiadores do conservadorismo e da direita, são os responsáveis pela situação negativa que o país está vivendo, pelo ativismo judicial que praticam. A esquerda também considera a eleição de senadores como vital, para manter o atual apoio que tem, principalmente no comando das da Casa.

Em Rondônia, o bolsonarismo registra o maior número de candidaturas ao Senado até agora postas. Pelo menos quatro delas, com boas chances, são ligadas ao conservadorismo e à direita: Mariana Carvalho, Sílvia Cristina, Fernando Máximo e Bruno Scheid. O quinto elemento é Confúcio Moura, o único que defende o atual governo brasileiro e é político de confiança do Planalto, a tal ponto de ter se tornado o campeão em trazer recursos para nosso Estado.
Se a eleição fosse hoje, as duas vagas tenderiam a ficar com bolsonarismo e conservadorismo. As chances eleitorais de Confúcio têm diminuído, pelas pautas que ele apoia e que têm diminuído o grande apoio eleitoral que sempre teve no Estado.
No restante do país, continua uma divisão ideológica. No centro sul e no norte, a tendência é que a direita eleja mais nomes. Já no nordeste, onde está concentrado o maior eleitorado, é o contrário. A meta bolsonarista de eleger uma ampla maioria no Senado, ao menos até agora, não tem se desenhado. Até outubro, contudo, muita coisa ainda pode acontecer e mudar o quadro. Esperemos, pois!


BÚFALOS: ICMBIO COMEÇA ELIMINAÇÃO DE ANIMAIS, MAS MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PEDE QUE AÇÃO SEJA INTERROMPIDA
O ICMbio diz que são cinco mil os búfalos que estão destruindo tudo o que encontraram pela frente na Fazenda Pau D`Óleo e regiões próximas, no Vale do Guaporé. O ex-governador Ivo Cassol garante: na verdade, devem ser bem mais do que 10 mil animais, porque este número, ele corrige o que foi publicado neste espaço, já existia quando ele era Governador, há mais de 20 anos.

O Ministério Público Federal exigiu medidas para contenção dos búfalos. Inclusive entrou com ação na Justiça pedindo a absurda quantia de 20 milhões de reais, a serem pagos pelo Governo do Estado, ou seja, pelo povo de Rondônia, pelos danos coletivos causados pelos búfalos.
O ICMBio, uma das excrescências ambientais dos governos de esquerda, começou a agir, anunciando a eliminação de pelo menos 500 búfalos. O MPF não gostou. Pediu à Justiça que a matança dos animais seja interrompida, porque não recebeu informações sobre o tema. Ingressou na Justiça, agora contra o ICMBio. Ou seja, eles não se entendem.
Os promotores federais alegam que não houve comunicado da ação aa MPF (imagine-se fazer qualquer ato sem o aval deles!) e que não recebeu um plano de controle dos animais, mesmo o assunto sendo público e divulgado amplamente. O ICMBio diz que pesquisa em andamento tem justamente o propósito de subsidiar a elaboração do Plano de Erradicação.
É incrível o que está acontecendo. Enquanto há esta disputa pelo protagonismo, os búfalos continuam se multiplicando e destruindo tudo o que encontram. Tudo isso seria cômico, não fosse trágico!


SURPRESA: MARCOS ROGÉRIO BUSCA NELSON CANEDO COMO SEU ADVOGADO PARA A ELEIÇÃO DESTE ANO

Mais uma surpresa nos meios políticos. O conhecido advogado especialista na legislação eleitoral, Nelson Canedo, que se notabilizou por vitórias importantes na Justiça Eleitoral defendendo, por exemplo, os mandatos do governador Marcos Rocha e de seu vice, Sérgio Gonçalves, foi contratado esta semana para representar o senador Marcos Rocha, em sua campanha para o Governo de Rondônia.
Numa publicação nas redes sociais, uma foto do candidato e do advogado juntos confirma a informação. A surpresa é porque Marcos Rogério é considerado hoje o maior adversário do grupo governista e Canedo, um causídico dos mais respeitados, atuou muitas vezes em causas envolvendo o próprio Governador.
Contudo, a questão profissional falou mais alto e o acordo foi fechado, porque Canedo vai cuidar de todos os casos relacionados com Marcos Rogério. O PL e seus aliados deverão ter também outros advogados para cuidar de outras estruturas da campanha, mas as questões diretas de Marcos Rogério estarão sob a responsabilidade de Canedo.
Ter Canedo ao seu lado, para Marcos Rogério, é uma garantia de parceria forte em nível de um defensor experiente e com um histórico de vitórias importantes em ações judiciais. Como se prevê uma campanha duríssima, com ataques, contra ataques e muita discussão em nível de Justiça Eleitoral, e, por tudo isso, se compreende a escolha de Rogério.


ELES ROUBARAM MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, DE BEBÊS A DEFICIENTES E PAGARAM ATÉ A MORTOS. ALGUÉM FOI PRESO?

Há perguntas que precisam ser feitas. Uma delas: por que, até agora, nenhum dos bandidos que roubaram cerca de bilhões dos velhinhos aposentados, os verdadeiros canalhas, incluindo muitos gerentes de bancos e donos de bancos ainda não estão presos? Quem você imagina que permitiu ou autorizou ou se omitiu em toda esta bandalheira?
Por que ninguém está preso pela denúncia, confirmada, de que pelo menos meio milhão de crianças (incluindo-se aí recém nascidos, crianças com deficiência mental grave, as que têm vários tipos de doenças, autistas e outros portadores de necessidades especiais) fizeram no total 12 bilhões em empréstimos em seus nomes, nos bancos, sem que ninguém denunciasse ou interrompesse este ataque às crianças?
Apenas como exemplo: uma menina de sete anos recebeu um empréstimo de mais de 38 mil reais em seu nome e terá que pagar o valor em pelo menos sete anos. Não há cadeia para estes desgraçados? Onde está a polícia, o MP, o Judiciário, para colocar toda esta podridão humana atrás das grades?
Por favor, digam o nome de apenas um preso pelo roubo descarado do dinheiro público no caso em que quase 2.700 mortos receberam, durante meses, o apoio do Programa Pé de Meia, do governo federal, de 1.050 reais por mês para incentivar estudantes a permanecerem na escola?
Seria cômico, não fosse trágico, após a descoberta da roubalheira, o TCU sugerir ao governo que não pague mais aos mortos, enquanto não se ouve uma só voz indignada, dentro do governo ou fora dele, contra esta vergonha.
Isso tudo sem falar na podridão do Banco Master! Este país tem alguma chance de voltar a ser decente, algum dia?



PERGUNTINHA

“Quem não pode mais cozinhar por causa do preço do gás; quem não pode sair de carro pelo preço da gasolina; o caminhoneiro que sofre com o preço do diesel, estas pessoas precisam entender que essa é uma luta delas. E a responsabilidade é do Presidente, que joga a culpa nos outros”. Qual sua opinião sobre esta publicação feita pelo terceira vez Presidente Lula, só que em 29 de março de 2022?

